|
Convidado: Daniel deOliveira - DFJUG / Politec
Moderador: Bruno Souza (javaman)
Esse é um fórum moderado.
javaman: Vamos dar inicio a mais um jantar no Restaurante no Fim do Universo.
Hoje teremos um bate papo com Daniel deOliveira, fundador e cordenador do DFJUG e consultor Java da Politec. No DFJUG, Daniel tem feito
um importante trabalho nas áreas sociais e educacionais do grupo. Daniel é
também responsável pela Pesquisa Nacional sobre o Perfil do Profisional Java.
javaman: Sejam bem vindos ao Restaurante no Fim do Universo, mais uma inicativa da Sociedade de Usuários Java (SouJava) de forma a Fortalecer a Comunidade Java Brasileira.
Daniel deOliveira: PessoALL, boa noite !
Daniel deOliveira: A que hora se serve o jantar? To cum fome :-)
Dan: Daniel, você pode dar uma breve descricao da situacao atual de Java no Brasil?
Daniel deOliveira: Bom, creio pelas ultimas contas, cadastrados em JUGs no Brasil somos 11.000 desenvolvedores. Acreditamos que ao todo sejam uns 20.000 em todo o Brasil, o que é MUITO pouco se pretendemos nos firmar no mercado mundial Java
Dan: Tem algum dado sobre quantas pessoas cerificadas?
Daniel deOliveira: Este é um numero que nunca consegui arrancar do pessoal da Sun, mesmo depois de MUITAS caipirinhas :-)
sj: E em relacao a outras linguagens? Java tem se posicionado com forca?
Daniel deOliveira: Sim, Joseph Feiman do Gartner Group disse que até 2005 seremos a metade do mercado mundial de desenvolvimento. A outra metade é do lado negro da forca :-)
marcos: quais sao os principais projetos uitlizando Java no Brasil?
Daniel deOliveira: Dentro dos bancos, a maioria. Em Brasília temos o BB, a Caixa, o Serpro e o Banco Central
Claudio4J: Daniel, como o mercado Java pode ser fomentado em regiões que não são consideradas com alta rotatividade de projetos?
Daniel deOliveira: Como encubadoras de software, como fabricas de software para centros maiores como o CESAR em Recife
JorgeKazuo: Desses 20 mil desenvolvedores Java no Brasil, há uma idéia de como isso está distribuído pelas regioes do país?
Daniel deOliveira: Sim, 36 % em Brasilia, 26 % em Sao Paulo e o resto no Rio, BH ....
Ricardo: Como sendo um mercado emergente , qual possibilidade para quem está começando e não conhece muito de Java?
Daniel deOliveira: Desculpe, mas nao é mais um mercado emergente, É FATO !!!!
marcoafons: Daniel, você acha que o fato de o Java não ser uma boa opção para aplicações cliente-servidor pode dar mais força para o .NET?
Daniel deOliveira: Quem afirmou isto? Java é uma excelente opcao cliente/Servidor, é mais dificil de trbalahar por que é multiplataforma. Nao, desculpe, mas voce está errado :-(
Lucas: Boa noite Daniel. O que torna o Brasil tão especial, a ponto de o pessoal do Gartner acreditar que seremos metade do mercado mundial de desenvolvimento?
Daniel deOliveira: Este é o ponto. Eles estao vendo o que nos nao enxergamos
Claudio4J: Eu quis dizer pegar as empresas que desenvolvem em VB, Delphi, clipper, etc. e arrumar uma maneira de que esse pessoal desenvolva em Java. Talvez os grupos de usuários Java, fortalecerem essas regiões.
Daniel deOliveira: O Brasil tem todo o potencial de ser celeiro Java
Claudio4J: Mas esse é um processo complicado, precisa de muito investimento,..., tempo... Claro que também precisa de investimentos..
Daniel deOliveira: Fusoes de empresas que possam exportar software
Ricardo: Já que é fato, qual é a exigência do mercado para esses profissionais?
Daniel deOliveira: Nos temos é que deixar de ser o homem banda, aquele que quer todar tuba, bumbo, etc... Java é colaborativo, somente em times fortes é que venceremos
Claudio4J: Normalmente as pessoas acham que Java é dificil em Cliente/Servidor, mas isso não é um problema da linguagem Java, e sim de ferramentas que consigam dar produtividade no desenvolvimento, com componentes plugáveis.
Lucas: Sim, mas o que diferencia o Brasil e o torna especial em relação a Java? Não se esqueça que temos países como Índia, China, EUA, Alemanha. Você tem uma idéia do que seja?
Daniel deOliveira: A India ja está em ponto de saturacao, nos nem comecamos, e ainda mais eles querem se explodir nuclearmente com o paquistao, o que tem feito que muitas empresas serias comecem a deixar esta area do mundo para comecar a pensar em outras alternativas, como o Brasil
marcoafons: E quanto à performance? Eu falo da camada de apresentação. é fato que o awt é mais lento que a api nativa. como resolver isso?
Daniel deOliveira: Java é interpretada na maquina do cliente, pode ser um pouco mais lenta, mas e/ mais segura, é por isto que todo o segmento bancario de Brasilia optou por Java
sj: O DFJUG realiza iniciativas voltadas para quem comeca com Java?
Daniel deOliveira: Sim ministramos 11 cursos diferentes, o mais basico é o baseado no Java em 21 sabados :-) da editora Campus
Lucas: Uma coisa que tenho observado com muito gosto é o fato de Java estar se tornandoa linguagem padrão para aplicações comerciais. Empresas de EAI, ERP, CRM etc estão adotando Java e abandonando suas linguagens proprietárias. Isto é um indício irrefutável da força de Java. E o pessoal destas linguagens vai ter que aprender Java, :))
Claudio4J: Outro erro comum quando compara-se a performance da JVM com outras linguagens nativas, é na inicialização de aplicações... No caso das JVMs, o problema está no footprint... Mas, depois que é inicializada , permance bastante estável.
Daniel deOliveira: Cara, Java nao é diferente de .NET. O que nos estamos passando eles tambem passam
Lucas: Acredito que os problemas de performance não tem lugar num futuro de processadores cada vez mais baratos e exponencialmente mais potentes que os atuais.
Claudio4J: Acredito que para melhoras a performance da MAIORIA das aplicações existentes, uma ferramenta de profiling ajudaria MUITO
marcoafons: mas essa opção é no ambiente cliente/servidor ou web? ou os dois?
Daniel deOliveira: Por enquanto o mundo é WEb, 56% quase ninguem tem trabalhado com aplicacoes Swing
marcos: como voce ve projetos como Struts que de certa forma competem com JSR's como o Java server Faces?
marcoafons: o que eu vejo é as empresas definirem como padrão o Java pra ambiente web e no caso do cliente servidor, ou mantem o padrão já existente ou nenhum... não seria um preconceito a respeito dessa questão da performance? como reverter isso?
Daniel deOliveira: A forca de Java é a padronizacao, sejam patterns ou ...
Daniel deOliveira: Queria voltar ao tema de Java no Brasil. Nao tem alternativa, o Gartner ja disse que o mundo será 40 % Java, 40 % .NET e 20 % para o restante
tcljava: Vocês falam muito de JAVA, mas atualmento estou desempregado, e não gostaria que o dot net ganha-se mercado. Espero que as oportunidades para JAVA aparecam...
Dan: Daniel, e quanto a qualidade do desenvolvimeto no Brasil? A impresao que da é que existe muita gente, mas com pouca formacao...
Daniel deOliveira: É verdade, para nos firmarmos no mercado mundial temos que falar de qualidade. CMM por exemplo, se queremos exportar para o mercado USA. Os programas Java que tenho visto ainda carecem de qualidade. O pessoALL esta aprendendo, mas o preco é muito alto
sj: Alguma ideia de como podemos melhorar a qualidade do profissional no Brasil?
Daniel deOliveira: CMM
derdo: Hey Daniel, para um profissional iniciante no mercado JAVA, fora conhecer as APIs basicas e principais o que mais é necessário, levando em conta que o mesmo deseja desenvolvimento para o lado de WebServices?
Daniel deOliveira: Conhece o metodo KISS? Keep It Simple. Comece por baixo, pequenos projetos simples e va aumentando o grau de dificuldade
Claudio4J: ... Stupid (complementando o KISS, que faltou um S)
Daniel deOliveira: NUNCA se esqueca da modelagem, pois em OO se nao modelar certo voce perde o trabalho
leo_riojug: desculpe me meter no meio da conversa, mas complementando o Daniel, acho que uma lacuna em muitos iniciantes de Java e OO e num segundo momento design patterns
Claudio4J: Sobre o mercado de trabalho para Java, infelizmente o valor do profissional Java, custa mais do que a media de profissionais de outras linguagens...
Claudio4J: Daniel, sobre o mercado Java em outras regioes do Brasil, voce tem acompanhado alguma coisa?
Daniel deOliveira: Sim, tenhoa acompanhado atraves dos JUGs brasileiros. Existem sistemas muito bons ssendo feitos fora de Brasília e São Paulo. Joao Pessoa por exemplo
Lucas: Daniel, como você acredita que será a competição entre .NET e Java. Qual será o nicho de cada um?
Daniel deOliveira: Nao havera competicao. Cada macaco no seu galho. Por forca do custo
Java fica no mercado corporativo e .NET por causa do legado em projetos medios e pequenos. Nao é uma afirmacao leviana minha. É a posicao do Gartner e eles ganham para fazer estudos estategicos.
marcos: mas e o custo de aprender VB orientado a objetos é o mesmo de aprender Java?
Daniel deOliveira: O custo de aprender VB é pequeno, mas ele vai desaparecer com o .NET
Daniel deOliveira: O custo deles será o mesmo que foi para o nosso, apenas que eles vao descobrir logo logo :-)
sj: E voce acha que isso sera bom para Java? Ficar restrita a grandes projetos?
marcos: a curva de aprendizado e investimento em ferramentas, migracao para win2003, nao encarece a plataforma .NOT?
Daniel deOliveira: A curva de aprendisado nas duas é longa
marcos: entao poderia usar Java ou .NET, se o custo é o mesmo
Daniel deOliveira: Sim
marcos: a escolha fica em liberdade de escolha e estabilidade
Daniel deOliveira: Depende da decisao estrategica da sua empresa. Porque os bancos adotaram Java? É mais SEGURO. SEGURANCA é a palavra chave
marcos: Qual o servidor de aplicacoes mais utilizado no Brasil?
Lucas: Qual é o caminho para se tornar um bom arquiteto em Java? Já vi aplicações Gigantescas, milhonárias, super mal desenhadas. Verdadeiros frankesteins da orientação a objeto.
marcos: entao ounico motivo para usar .NET seria uma parceria muito grande com a M$
Daniel deOliveira: os colegas da Micor$oft que perdoem, mas o Ruindows é instavel. Bancos nao jogam dinheiro fora, é negocio serio. Por isto adotaram Java, gastaram MUITO dinheiro em pesquisas
sj: Por isso a independencia de plataforma é tao importante, assim voce pode decidir onde executar sua aplicacao!
marcos: depende do banco
Daniel deOliveira: Sim, depende do banco
Dan: Daniel, você acha que CMM vai fazer o software no Brasil melhor? Como diz Leo, o que esta faltando no Brasil sao conceitos de base. A maioria dos desenvolvedores program Java sem aplicar as tecnicas de OO ... e reverter isto nao sera facil, muito menos em curto prazo ...
Daniel deOliveira: CMM é o base line. Voce tem que ter um framework padrao, e este padrao foi definido pelos gringos
JorgeKazuo: como está o perfil do profissional Java no Brasil? perfil generalista, que conhece um pouco de tudo, ou especialista, por exemplo em Web, ou em EJB, ou em arquitetura J2EE, etc...? E pro futuro, como vai ser?
Daniel deOliveira: Realmente nosso problema é base
derdo: O que é CMM?
Daniel deOliveira: Qualidade de software
Claudio4J: CMM = Capability Maturity Model
Claudio4J: Como você vê o mercado de wireless no Brasil?
Daniel deOliveira: Ainda nem comecou
Claudio4J: Em SP tem muitas empresas que estão desenvolvendo aplicações Java voltadas para pequenos dispositivos, você vê isso em outros lugares?
Daniel deOliveira: Aqui em Brasília está pegando fogo.
Daniel deOliveira: Mobile é, na minha visao, o proximo grande passo de Java no Brasil, pois as fornecedoras estao investindo Mega dolares e vao querer retorno disto. É um excelente campo de trabalho
marcos: qual operadora oferece gateway em Brasilia?
Daniel deOliveira: Ninguem. A Tim chegou agora com o GSM, mas ainda nao tem nada para oferecer. Os outros nem contam
Daniel deOliveira: Mas os investimentos estao na casa de 30 milhoes de dorares, so em Brasília
marcos: sem gateway desenvolvem o que? Jogos?
Claudio4J: Com relação à pergunta do Jorge Kazuo, conheço muita gente com perfil generalista, e que na hora do sufoco resolve os problemas... Mas é porque o buraco é mais embaixo, os clientes forçam a barra para que a situação fique assim, cobrando menores prazos e preços. E como ninguém quer perder oportunidades aceita !!
Lucas: Qual seu ambiente de desenvolvimento predileto?
Daniel deOliveira: Aquele que a maioria dos desenvolcedores Java brasileiros usam - JBUILDER
marcos: entao nao podemos criar aplicacoes e servicos reais. Como podemos pressionar as operadoras atraves dos JUG's? Aqui só tem celular, a infra é zero.
Claudio4J: O mercado wireless ainda está sendo descoberto no mundo inteiro...
Daniel deOliveira: Honestamente, nao sei. Os JUGs tem poder junto aos fabricanets, mas nao nas operadoras
marcos: Porque se podemos desenvolver as aplicacoes que serao servicos das operadoras?
Claudio4J: É conhecido da comunidade Java brasileira que o DFJUG, liderado por você conseguiu muitos patrocinios. Como passa essa formula (ou qualquer outro nome) para as iniciativas de JUGs em outros estados?
Daniel deOliveira: As operadoras estao querendo vender elas mesmas os servicos. Nao estao querendo parcerias de desenvolvimento
marcos: podemos criar diferenciais importantes?
sj: Mas acho que sem parcerias, eles nao chegam a lugar nenhum....
Daniel deOliveira: Elas estao querendo ficar com TODO o bolo e vao se dar mal
Claudio4J: A IBM fechou acordo com a Nokia, para ter um framework único nas operadoras, que possam cobrir todos os aspectos de negócios e técnicos das operadoras (anunciado no GSM World)
marcos: sem gateway? elas vao fazer a aplicacao que acessa o Internet Banking do Banco do Brasil, por exemplo? Todo o mercado vai se dar mal, sem gateway nao temos aplicacoes, sem aplicacoes nao temos gateway
Daniel deOliveira: pois cada macaco no seu galho
Lucas: Tenho muitos amigos que preferem o visual age.
Daniel deOliveira: Lamento.
Daniel deOliveira: somente 11 % do mercado usa Visual Age... Voce ja usou? ;-)
marcos: o visual age é muito ruim, mas o eclipse vem crescendo
Daniel deOliveira: verdade
Lucas: ainda não, por isto perguntei
Daniel deOliveira: para mim Visual Age é amigavel como um Pitbull, sempre me morde e doi! Espero que o WASD possa ser mais amigavel, eu NAO o conheco :-(
marcos: e com ele o WebSphere Application Development, o visual age hoje só serve pra fazer interface, quando o WSAD tiver isso o Visual Age sera descontinuado
Daniel deOliveira: eu sei
Claudio4J: Mas, infelizmente o poder de penetração da IBM nas empresas é grande, e o uso do WSAD (antigo VisualAge) acabe tendo de ser engolido goela abaixo.
Daniel deOliveira: Pelo que me contaram WSAD é mais amigavel
marcos: pra quem tem mainframe e Cobol é interessante
javaman: Daniel, fale um pouco das iniciativas sociais do DFJUG, sao um exemplo para todos nos.
Daniel deOliveira: Bom, temos a palestra mensal, ela sempre é tecnica mas pedimos que as pessoas doem latas de leite, que sao repassadas para entidades como o Lar Betel (160 criancas) e Projeto Girassol (700 refeicoes por dia)
sj: Ouvi dizer que voces tem um projeto com criancas carentes...
Daniel deOliveira: Destas 160 criancas do Lar Betel, ex meninos e meninas de rua, conseguimos encontrar 12 que sao talentosos, isto é tem potencial de superdotacao, por isto aos sabados, voluntarios do DFJUG dao alulas para estas criancas
Daniel deOliveira: Alem disto temos o JavaS que é um programa de treinamento Java para Surdos. Temos aprendido muito com o JavaS pois a lingua brasileira de Sinais é iconica, assim como Java, que é orientada a objetos
Claudio4J: É usado algum software especial?
sj: Voces usam as APIs de disabilities? Acho que nao tem nada parecido no .NET...
Claudio4J: disabilities == accessibility?
Daniel deOliveira: Nao usamos software especial, apenas apra nao perdermos temppo trabalhamos com interpretes pois é mais facil. Temos desenvolvido sinais apra Libras em Java, o que praticamente é criar uma nova linguagem
Lucas: Ja trabalhei numa aplicação milionária super mal desenhada. Acredito que o mercado para arquitetura em Java seja super promissor. Arquitetos ruins em OO custam caríssimo ao cliente, principalmente quando se decide aumentar o escopo.
marcos: o problema é que o .NOT é um conceito que só vai ser implementado totalmente em 2005, se nao atrasar
javaman: Daniel, nosso tempo ja esta quase esgotado, mas é verdade que voce vai lancar um livro?
Daniel deOliveira: Sim, Aprendendo JBuilder, pela editora VisualBooks. Deve sair no fim de marco, pois já foi para a grafica.
Claudio4J: Qual versao do JBuilder ira cobrir?
Percília: Oba! Esta proximo!!!!
Daniel deOliveira: A oito, mas no nivel que escrevi serve apra qualquer versao
Claudio4J: Ira cobrir EJB, WebServices, Integtracao...?
Daniel deOliveira: Não.
marcos: teremos alguma comitiva de brasileiros no JavaOne?
Daniel deOliveira: Sim, o Javaman esta organizando, o problema é sempre o Dolar, todo mundo quer ir, mas na hora de assinar o cheque .....
marcos: como faco para participar do grupo de brasileiros? tem alguma organizacao formal?
Daniel deOliveira: No Sou Java existe uma lista
javaman: Ja que fui citado, quem quiser saber sobre o JavaOne participe da lista [javaone-list], mande e-mail para javaone-list-subscribe@soujava.org.br
Daniel deOliveira: Mas vale cada dolar investido, o retorno $$$$ compensa o investimento. É caro (para nos) mas compensa.
javaman: Concordo plentamente, quem puder ir, vale muito a pena!
marcos: como foram suas experiencias no J1 e qual é o ganho efetivo?
Claudio4J: com certeza, uma experiência _incrivel_
Daniel deOliveira: Poder discutir com a pessoa que esta desenvolvendo. Na Borland por exemplo conversei com o Blake, que é o cara atras do JBuilder. Trocar ideias com John Gage ou James Gosling
Claudio4J: Daniel, passa um easter egg do JBuilder?
Daniel deOliveira: Poder negociar com empresas pequenas que querem investir no Brasil, isto é SUPER quente. Tirar duvidas com o desenvolvedor que está atras da sua ferramenta. O duro é convencer o chefe, para que pague a conta...
JorgeKazuo: o duro é pagar do bolso! ;-)
Daniel deOliveira: Mas se voce for esperto, tem que mostrar para ele que o investimento vale, pois o que ele vai gastar, voce trará muito mais de retorno. Isto é marketting, voce tem que vender o seu peixe. Se voce vai pagar do bolso tenha já de antemao o que voce quer.
javaman: Pessoal, infelizmente nosso tempo esta acabando. Daniel, voce gostaria de fazer algum comentario final?
Daniel deOliveira: OK pessoal o Bruno está avisando que o meu tempo acabou :-( Mais alguma pergunta?
Claudio4J: Abraços para você Daniel e obrigado pela colaboração!
JorgeKazuo: Daniel, parabens pelo trabalho aí em Brasília! tanto para disseminar a tecnologia Java como no setor social!
Daniel deOliveira: Meu e-mail é daniel@dfjug.org, e as nossas pesquisas estao todas na WEB www.waeny.2y.net. Clique em Palestras e voces terao os graficos dos estudos de perfil que temos realizado anualmente e que apresentamos nos dois J1 e no BorCon. Enjoy & have fun :-)
Daniel deOliveira: Obrigado a todos em especial pela oportunidade do JavaMan
javaman: Pessoal, muito obrigado pela participacao de todos. O forum continuara aberto para quem quiser continuar a conversa.
javaman: Obrigado a todos.
javaman: Ultimo moderador (eu) saindo. O chat agora está
liberado.
|